Priscila Resende

17 nov 2014

A minha experiência na Disney com um bebê e duas crianças!

Post por Priscila às 00:00 em Priscila Resende, Viagens

Antes de viajar, quando eu dizia que íamos para a Disney com duas crianças e um bebê de 8 meses todos se espantavam. E tantos outros pediram pra eu contar como tinha sido esta experiência. Afinal, muita gente tem vontade de encarar uma aventura dessa e acaba adiando em função da pouca idade das crianças.

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Beach Club Resort, Cape May Cafe

Claro que mesmo antes de embarcar eu sabia que Felipe não aproveitaria a viagem como nós. Eu só não poderia deixá-lo de fora. Pra que ele não se incomodasse com a viagem e nem atrapalhasse nossos planos, o roteiro foi feito pensando nele.

Pra começar, uns dez dias antes da viagem, eu pretendia afastá-lo da creche. Se ele estivesse bem, era mais provável que assim ele continuasse. Se ele estivesse doentinho, seria o tempo suficiente para que ele se recuperasse e pudesse viajar bem de saúde, como realmente aconteceu. Dez dias antes, Felipe me arruma uma bronquiolite!… Leia Mais...

12 nov 2014

Disney: minha sugestão de agendamento de FastPass+ EDITADO!

Post por Priscila às 12:00 em Priscila Resende, Viagens

Enquanto eu estive na Disney fui anotando mentalmente minhas impressões sobre as minhas escolhas de Fastpass+. Algumas foram acertadas, outras, nem tanto. Dessas, algumas eu pude corrigir a tempo, outras foram fastpasses desperdiçados. Por isso, volto aqui pra compartilhar com vocês, editando esse post, minhas conclusões:

No Magic Kingdom, onde eu fui 3 vezes, eu tinha 9 Fastpasses.:

Big Thunder Mountain Railroad: as filas chegavam a 50 minutos, valeu a pena
Enchanted Tales with Belle: não tinha fila nenhuma! consegui trocar pelo Peter’s Pan Flight
The Many Adventures of Winnie the Pooh: fila de 20 minutos, achei melhor trocar pelo Jungle Cruise, que tinha fila de 70 minutos! By the way, não entendi porque tanta fila pra esse brinquedo, nunca tinha ido. Muito sem graça.
Princess Fairytale Hall: Meet Anna and Elsa from Frozen: valeu demais. a fila passava de 90 minutos.
Seven Dwarfs Mine Train (marquei esse em dois dias, porque é uma atracão nova e parece ser bem legal): Muito legal!Leia Mais...

12 nov 2014

Voltei!

Post por Priscila às 10:25 em Priscila Resende

Oi, gente!!

A vontade era de ficar em férias eternas na Disney, mas, infelizmente, não foi possível… Rsrsrs.

Estou de volta!! Tenho várias coisas pra falar sobre a Disney, coisas que só aprendi nesta quarta viagem. A gente sempre descobre coisas novas. E isso é maravilhoso! Sinal de que sempre é válida mais uma visitinha à Terra do Mickey. Assumo. Disneymaníaca assumida. E sendo assim, já estou pensando na próxima. Afinal, o cartão de crédito voltou sangrando e pelo menos me gerou mais milhas, hehehehe.

Vou postando aos poucos algumas novidades que eu vi por lá.

Voltando à Terra Firme, estamos em fase fértil de festas no Criative-se. Rafa e Vê devem estar às voltas com os preparativos das festas de primeiro aninho do Henrique e dos gêmeos! Delícia! Lucia já começou a postar as novidades sobre a festa da Duda e eu tenho certeza, pelo que já vi aqui, e pelo que bem conheço, vai ser linda!… Leia Mais...

11 set 2014

Pra falar de coisa boa!

Post por Priscila às 16:30 em Festas, Priscila Resende

Gente, meu post ontem foi meio deprê, né?! Então eu passei aqui hoje só pra tentar me redimir, com um vídeo lindo, da festa de aniversário do Gui e da Duda de dois anos atrás! Parece que foi ontem!!

Aumentem o som!!!

 

bjs

 

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10 set 2014

Dica Literária – Como falar em morte com as crianças

Post por Priscila às 01:00 em Cultura, Maternidade, Priscila Resende, Universo Infantil

Oi, gente! Cá estou com mais uma dica literária infantil. Ano passado Gui começou a perguntar freqüentemente sobre a morte. No início, eram perguntas vagas, curiosas. Depois passaram a ser mais profundas e sofridas. Diversas vezes começávamos a conversar sobre o assunto e ele caía em lágrimas, principalmente depois que percebeu que um dia eu iria morrer. Era um choro sofrido, doído demais. E quando dói no filho, dói na gente. Ele dizia que não queria que eu morresse, que ia sentir muito minha falta, que morreria junto, perguntava quanto tempo ia demorar pra eu morrer, essas coisas. Eu conversava, tentava acalmá-lo, mas nao adiantava. No dia seguinte vinham mais perguntas e ele chorava baldes.

Então eu percebi que eu precisava de ajuda para ajudá-lo a entender tudo o que a morte representava. Aqui em casa somos batizados, mas não temos o hábito de freqüentar a igreja católica. Eu me interesso pela doutrina espírita, já li alguns livros, mas também não freqüento nenhum centro.… Leia Mais...