16 set 2014

A hora do banho dos bebês – quando mudar a banheira?

Post por Rafaela Schwan às 11:35 em Maternidade, Rafaela Schwan, Universo Infantil

Bom dia pessoal!

Hoje a dica é rápida, mas acho que gostarão! A hora do banho dos bebês e quando mudar de banheira?

Algumas amigas já me perguntaram quando eu deixei de dar banho na banheira de pés altos, no meu bebê, dentro do quarto e passei a usar o box do banheiro. Acho que todos passam por este questionamento. Principalmente quando o bebê começa a ficar mais espertinho e resolve sacudir as mãos durante o banho e começa a molhar todo o chão do quarto. Não é mesmo? risos

Henrique sempre gostou de água, exceto no primeiro banho que ele ganhou na maternidade. Chorou horrores! Mas no aconchego de casa tudo ficou melhor! Colocávamos mais água na banheira para que eu pudesse ficar mais imerso. Ele curtia bastante! O papai e a vovó quem deram os primeiros banhos lá em casa. Sempre rolava aquela preocupação com os ouvidos, mas nunca tivemos nenhum incidente.… Leia Mais...

11 set 2014

Pra falar de coisa boa!

Post por Priscila às 16:30 em Festas, Priscila Resende

Gente, meu post ontem foi meio deprê, né?! Então eu passei aqui hoje só pra tentar me redimir, com um vídeo lindo, da festa de aniversário do Gui e da Duda de dois anos atrás! Parece que foi ontem!!

Aumentem o som!!!

 

bjs

 

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10 set 2014

Dica Literária – Como falar em morte com as crianças

Post por Priscila às 01:00 em Cultura, Maternidade, Priscila Resende, Universo Infantil

Oi, gente! Cá estou com mais uma dica literária infantil. Ano passado Gui começou a perguntar freqüentemente sobre a morte. No início, eram perguntas vagas, curiosas. Depois passaram a ser mais profundas e sofridas. Diversas vezes começávamos a conversar sobre o assunto e ele caía em lágrimas, principalmente depois que percebeu que um dia eu iria morrer. Era um choro sofrido, doído demais. E quando dói no filho, dói na gente. Ele dizia que não queria que eu morresse, que ia sentir muito minha falta, que morreria junto, perguntava quanto tempo ia demorar pra eu morrer, essas coisas. Eu conversava, tentava acalmá-lo, mas nao adiantava. No dia seguinte vinham mais perguntas e ele chorava baldes.

Então eu percebi que eu precisava de ajuda para ajudá-lo a entender tudo o que a morte representava. Aqui em casa somos batizados, mas não temos o hábito de freqüentar a igreja católica. Eu me interesso pela doutrina espírita, já li alguns livros, mas também não freqüento nenhum centro.… Leia Mais...

09 set 2014

Bolo de pote – doces lembrancinhas para os convidados

Post por Rafaela Schwan às 11:18 em Festas, Lucia Laureano, Priscila Resende, Rafaela Schwan

Faz tempo que venho namorando a idéia de Bolo de Pote. Acho lindo e prático. Pois o convidado pode levar o bolo para casa e comer mais tarde ou no dia seguinte (adoro bolo geladinho!). E o melhor, não precisa sair da festa com o pratinho plástico na mão ou uma sacolinha. Pensando nisso, venho guardando alguns potes de vidro em casa.

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As imagens foram extraídas da internet (Google).

 

Já mostramos aqui no blog  como usar potinhos para brigadeiro ou jujubas – veja no detalhe. Então podemos pegar esta idéia e adaptar para bolinhos de pote. O que acham?

É simples! Apesar de não parecer. Vamos ao passo a passo:

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1- Faça a massa de cupcakes, pode ser sem recheio. Temos uma receita divina de cupcake alpino.

2- Esfarele um cupcake. Também pode usar a receita de massa de cake pops que a Priscila publicou aqui. Se quiser mais cremoso, pode adicionar doce de leite.… Leia Mais...

05 set 2014

Sem medo e desejo de saber do futuro

Post por VeronicaCobas às 08:19 em Crônicas, Verônica Cobas

Eu já não tenho mais medo de saber do futuro porque, enfim, entendi que não há futuro que não seja aquele que estamos construindo agora. E ao perder o medo, esqueci em algum lugar e nunca mais achei e nem procurei o desejo de saber do futuro. Respeito a imponderabilidade dos fatos, das pessoas que cruzam a minha frente com suas histórias e desejos, dos acontecimentos fortuitos, mas tudo isso é apenas parte e não a razão do futuro que me espera, que nos espera.

Não quero desempregar ou tornar desimportantes os videntes, cartomantes, magos, leitores das estrelas ou da borra de café, mas é que para mim já não dá, já não serve. Se antes eu tinha medo de experimentar – embora já o tenha experimentado uma vez e reafirmado o medo imenso que sempre senti da experiência – hoje eu não tenho vontade, eu não tenho sequer curiosidade.

Claro que nada como o tempo e a construção da maturidade para que a serenidade se impõa sobre as certezas, tirando destas o poder de dirigir os passos de nossas vidas.… Leia Mais...